Outubro rosa: realizar o autoexame e a mamografia é um ato de amor pela vida

October 26, 2017

 

O movimento que deu origem ao que hoje é conhecido como Outubro Rosa surgiu em 1990, quando aconteceu a primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova Iorque. Em 1997, a campanha ganhou os moldes que conhecemos no presente, quando entidades dos EUA promoveram atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de Outubro como ápice das ações. Atualmente o Outubro Rosa é realizado em vários lugares do mundo, bem como no Brasil.

 

Como o próprio nome sugere a data é celebrada anualmente, com o objetivo principal de alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Neste período inúmeras campanhas são realizadas, promovendo a conscientização, propagando informações úteis, proporcionando maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuindo para a redução da mortalidade.

 

O autoexame

 

Há diferentes formas de se realizar esse autoexame, sendo elas:

 

  • No chuveiro ou deitada: coloque a mão direita atrás da cabeça. Deslize os dedos indicador, médio e anelar da mão esquerda suavemente em movimentos circulares por toda mama direita. Repita o movimento utilizando a mão direita para examinar a mama esquerda.

 

  • Diante do espelho: inspecione suas mamas com os braços abaixados ao longo do corpo. Levante os braços, colocando as mãos na cabeça. Observe se ocorre alguma mudança no contorno das mamas ou no bico. Repita a observação, colocando as mãos na cintura e apertando-a.Observe se há qualquer alteração. Finalmente, esprema o mamilo delicadamente e observe se sai qualquer secreção. A observação de alterações cutâneas ou no bico do seio, de nódulos ou espessamentos, e de secreções mamárias, não significa necessariamente a existência de câncer.

 

Outras orientações:

  • O autoexame permite perceber alterações nas mamas. Frente a qualquer sinal de alarme, procure um mastologista (médico especialista em mamas).

  • O autoexame deve ser realizado uma vez a cada mês, na semana seguinte ao término da menstruação. As mulheres que não menstruam devem determinar um dia específico para repetir o autoexame todo o mês.

  • O autoexame não é um método diagnóstico e não substitui a visita ao mastologista. A mamografia é o único método de detecção precoce. Portanto peça sempre orientações a um médico especialista.

  • O autoexame das mamas não substitui a consulta de rotina que deve ser feita ao mastologista.

 

A mamografia

 

A mamografia é um exame de imagem, podendo ser compreendida como um Raio X das mamas. É considerado o principal exame para o diagnóstico precoce do câncer de mama. A primeira mamografia deve ser realizada entre os 35 e 40 anos, e servirá de base para avaliar as condições da mama e possibilitar exames comparativos futuros. Dos 40 aos 50 anos, a freqüência da mamografia deverá ser determinada pelo médico, de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco e/ou com as características da mama. Após os 50 anos, todas as mulheres devem se submeter ao exame anualmente.

 

Existem dois tipos de exames:

  • Mamografia convencional: neste exame a captação da imagem mamográfica utiliza um filme que após a exposição da mama ao raio-X deve ser processado. A imagem então é armazenada no próprio filme e, caso haja algum problema técnico com o filme, este terá que ser refeito.

  • Mamografia digital: nos exames digitais um detector transforma o raio-X em sinal elétrico e transmite para um computador. Este procedimento oferece vantagens em relação à convencional, pois a imagem mamográfica gerada pode ser armazenada e recuperada eletronicamente, permitindo ao radiologista ajustá-las, realçando ou ampliando alguma área para melhor analisá-la.

 

Durante o exame é necessária uma ligeira compressão das mamas, o que pode ocasionar, às vezes, dor. Porém, nem todas as mulheres sentem essa dor. O mais importante a ser levado em consideração é que o custo/benefício da mamografia é muito grande, além de representar o principal exame para o diagnóstico precoce do câncer de mama.

 

Por isso é sempre importante ressaltar a importância de um acompanhamento médico. Tocar o próprio corpo e reconhecer sinais de possíveis mudanças é uma importante ferramenta de empoderamento da mulher frente à própria saúde, mas não substitui a mamografia.

 

 

Gostou deste artigo? Compartilhe e ajude a informar outras mulheres. Lembrando que as informações contidas aqui são orientações gerais. Elas nunca devem substituir as especificações feitas pelo seu médico.  

 

FONTES: IBCC e SES-MG

 

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